
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Economia da Argentina.!
Moeda e Câmbio
A moeda argentina é o peso ($), dividido em 100 centavos. As cédulas em circulação são de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos e as moedas são de 1 peso, 1, 5, 10, 25 e 50 centavos. Desde a desvalorização produzida em janeiro de 2002, o tipo de câmbio adotado é o de flutuação suja. Depois de uma forte subida da divisa nos primeiros meses, a taxa permanece mais ou menos estável ao redor de $ 3 por dólar.
Mercado de Trabalho
A Argentina sempre foi um país caracterizado pelo baixo nível de desemprego, daí sua condição de receptor de imigração. No entanto, a partir de meados da década de 80 a falta de trabalho começa a ser um fator crescente de preocupação, como conseqüência das sucessivas crises econômicas. O pico de desemprego foi em 2002, quando chegou a medir 20,8 %. Recentemente a exclusão no mercado de trabalho conseguiu perfurar o piso de dois dígitos, com uma taxa oficial de desemprego de 9,8% e uma subocupação de 9,3% (maio 2007). Entre os que trabalham, a remuneração média do primeiro semestre de 2005 foi de aproximadamente 740 pesos ou o equivalente a 250 dólares.
Inflação
Nos anos 90, o Plano de Conversibilidade pôs fim ao período hiperinflacionário e manteve os preços controlados. No entanto, devido à desvalorização do peso em janeiro de 2002, a inflação acumulada durante esse ano chegou a 40% (é importante notar a grande sensibilidade que a economia argentina apresenta frente a variações do tipo de câmbio devido, principalmente, ao fato de ser um grande exportador de commodities alimentícias). A inflação registrada em 2006 foi de 9,8%. Dinheiro e Bancos Durante a vigência da conversibilidade, a Argentina manteve um tipo de câmbio fixo que atrelou o valor do peso ao dólar, implicando uma grande disseminação da moeda norte-americana em transações diárias e em contas bancárias. Junto com a desvalorização, e em meio a uma retenção de depósitos (o chamado "corralito"), foram tomadas medidas de "pesificação" e indexação assimétricas de depósitos e dívidas pactadas em dólar. Essas medidas, que geraram enorme rejeição da opinião pública por modificar contratos e violar o direito de propriedade, foram sendo resolvidas com o transcurso dos meses mediante descontos nos valores originais e entrega de títulos do governo.A recuperação econômica do ano de 2003 trouxe bons ventos à recomposição do sistema bancário, com um aumento paulatino no número de depósitos e também de empréstimos relativos ao setor privado. Em um ano, a taxa de juros nominal anual para depósitos a prazo fixo de 30 a 59 dias passou de 20,7% a 3,3 % (2003).
Dívida Externa
A Argentina decretou moratória em dezembro de 2001, no que ficou conhecido como o maior calote soberano da história. A partir de 2004, o governo de Néstor Kirchner deu início à reestruturação da dívida externa. A tendência desde então é de redução do passivo, ajudada em parte pelo cancelamento total da dívida com o FMI em 2006 e pela renegociação com outros organismos internacionais e com credores privados. Em setembro de 2007, as obrigações totais giravam em torno de 118 bilhões de dólares, equivalentes a aproximadamente 55% do PIB
Exportações: U$S 40 bilhões (2005, +16%)Principais produtos de exportação: alimentos de origem agropecuária, material de transporte, química e petroquímica, metais, maquinaria e equipamentos, produtos de couro e calçados.Principais destinos das exportações: (2005) Mercosul........................................... 19% (Brasil 15%)UE....................................................... 17% (princip. Espanha, Holanda, Itália e Alemanha)Sudeste asiático.............................. 17% (China 9%) ALADI ................................................ 16% (Chile 11%) NAFTA................................................ 14% (EUA 11%)
Participação das exportações no comércio mundial: 0,4 % (2004)
Importações: U$S 28,9 bilhões (2005, +28%)
Principais produtos de importação: maquinaria e equipamentos, material de transporte, química e petroquímica.
Principais origens das importações: (2005) Mercosul.................................................... 39% (Brasil 35%)UE................................................................ 17% (principalmente Alemanha e Itália)NAFTA......................................................... 17% (EUA 14%)Sudeste asiático....................................... 15% (China 7%)
Participação das importações no comércio mundial: 0,2 % (2004)
Agricultura
Com um dos solos mais férteis do mundo (o Pampa), a agricultura argentina apresenta uma das mais altas produtividades do mundo, com destaque para o trigo, seu principal produto. Outros bens relevantes são: soja, milho, amendoim, erva-mate, aveia, cevada, sorgo, cana-de-açúcar, girassol, algodão, batata e frutas. A Argentina sempre foi um grande exportador de cereais. A produção anual de trigo é da ordem de 15 milhões de toneladas, a de milho, 19 milhões de toneladas e a de soja, 18 milhões de toneladas.
Pecuária
A pecuária é muito importante para a economia argentina, sendo o país grande produtor e exportador de produtos derivados desse setor. A carne de vaca e a lã produzidas no país situam-se entre as melhores do mundo, cabendo menção às técnicas de refrigeração e processamento de carnes e seus subprodutos. A produção anual de
carne é de aproximadamente 3,5 milhões de toneladas. O rebanho argentino conta com cerca de 50,5 milhões de bovinos e 14 milhões de ovinos. A produção anual de lã é estimada em 56 mil toneladas.
Pesca
A produção anual pesqueira argentina é de aproximadamente 1,2 milhão de toneladas, destacando-se a pesca de merluzas e lulas.
Indústria
As principais indústrias são: alimentícia, química e petroquímica, veículos motorizados, bens de consumo duráveis, têxtil, metalúrgica e aço. Nos anos 90, alguns segmentos industriais, a exemplo de automóveis, cimento, agroquímicos, siderúrgicos, pneus e têxteis, mostraram expansão, em parte como consequência do fortalecimento do comércio com o Mercosul. A tendência predominante no final dos anos 90 foi de queda na produção industrial, mas a partir de 2002 a indústria vem crescendo em forma ininterrupta, com uma média trimestral de 8%.
ENERGIA
A produção anual de energia é estimada em 92.000 GWh (2004). Os recursos energéticos encontram-se afastados dos centros industriais (jazidas de gás em Salta e Neuquén; hidrelétricas em Neuquén e Corrientes); no entanto, isto não representa uma limitação. O Sistema Interconectado Nacional (SIN) é constituído por 58 centrais geradoras, sendo 62 de origem termo-elétricas (gás ou combustível) com uma capacidade instalada de 7.132 MW (46% do total); 30 centrais hidrelétricas com 7.309 MW (47% do total) e 2 centrais nucleares, com 1.005 MW (7% do total). A transmissão é feita por linhas aéreas de 500, 230 e 132 KV. A partir das privatizações dos serviços, a nova estrutura dividiu o setor conforme as funções de geração, transporte, distribuição, grandes usuários e consumidores.
A moeda argentina é o peso ($), dividido em 100 centavos. As cédulas em circulação são de 2, 5, 10, 20, 50 e 100 pesos e as moedas são de 1 peso, 1, 5, 10, 25 e 50 centavos. Desde a desvalorização produzida em janeiro de 2002, o tipo de câmbio adotado é o de flutuação suja. Depois de uma forte subida da divisa nos primeiros meses, a taxa permanece mais ou menos estável ao redor de $ 3 por dólar.
Mercado de Trabalho
A Argentina sempre foi um país caracterizado pelo baixo nível de desemprego, daí sua condição de receptor de imigração. No entanto, a partir de meados da década de 80 a falta de trabalho começa a ser um fator crescente de preocupação, como conseqüência das sucessivas crises econômicas. O pico de desemprego foi em 2002, quando chegou a medir 20,8 %. Recentemente a exclusão no mercado de trabalho conseguiu perfurar o piso de dois dígitos, com uma taxa oficial de desemprego de 9,8% e uma subocupação de 9,3% (maio 2007). Entre os que trabalham, a remuneração média do primeiro semestre de 2005 foi de aproximadamente 740 pesos ou o equivalente a 250 dólares.
Inflação
Nos anos 90, o Plano de Conversibilidade pôs fim ao período hiperinflacionário e manteve os preços controlados. No entanto, devido à desvalorização do peso em janeiro de 2002, a inflação acumulada durante esse ano chegou a 40% (é importante notar a grande sensibilidade que a economia argentina apresenta frente a variações do tipo de câmbio devido, principalmente, ao fato de ser um grande exportador de commodities alimentícias). A inflação registrada em 2006 foi de 9,8%. Dinheiro e Bancos Durante a vigência da conversibilidade, a Argentina manteve um tipo de câmbio fixo que atrelou o valor do peso ao dólar, implicando uma grande disseminação da moeda norte-americana em transações diárias e em contas bancárias. Junto com a desvalorização, e em meio a uma retenção de depósitos (o chamado "corralito"), foram tomadas medidas de "pesificação" e indexação assimétricas de depósitos e dívidas pactadas em dólar. Essas medidas, que geraram enorme rejeição da opinião pública por modificar contratos e violar o direito de propriedade, foram sendo resolvidas com o transcurso dos meses mediante descontos nos valores originais e entrega de títulos do governo.A recuperação econômica do ano de 2003 trouxe bons ventos à recomposição do sistema bancário, com um aumento paulatino no número de depósitos e também de empréstimos relativos ao setor privado. Em um ano, a taxa de juros nominal anual para depósitos a prazo fixo de 30 a 59 dias passou de 20,7% a 3,3 % (2003).
Dívida Externa
A Argentina decretou moratória em dezembro de 2001, no que ficou conhecido como o maior calote soberano da história. A partir de 2004, o governo de Néstor Kirchner deu início à reestruturação da dívida externa. A tendência desde então é de redução do passivo, ajudada em parte pelo cancelamento total da dívida com o FMI em 2006 e pela renegociação com outros organismos internacionais e com credores privados. Em setembro de 2007, as obrigações totais giravam em torno de 118 bilhões de dólares, equivalentes a aproximadamente 55% do PIB
Exportações: U$S 40 bilhões (2005, +16%)Principais produtos de exportação: alimentos de origem agropecuária, material de transporte, química e petroquímica, metais, maquinaria e equipamentos, produtos de couro e calçados.Principais destinos das exportações: (2005) Mercosul........................................... 19% (Brasil 15%)UE....................................................... 17% (princip. Espanha, Holanda, Itália e Alemanha)Sudeste asiático.............................. 17% (China 9%) ALADI ................................................ 16% (Chile 11%) NAFTA................................................ 14% (EUA 11%)
Participação das exportações no comércio mundial: 0,4 % (2004)
Importações: U$S 28,9 bilhões (2005, +28%)
Principais produtos de importação: maquinaria e equipamentos, material de transporte, química e petroquímica.
Principais origens das importações: (2005) Mercosul.................................................... 39% (Brasil 35%)UE................................................................ 17% (principalmente Alemanha e Itália)NAFTA......................................................... 17% (EUA 14%)Sudeste asiático....................................... 15% (China 7%)
Participação das importações no comércio mundial: 0,2 % (2004)
Agricultura
Com um dos solos mais férteis do mundo (o Pampa), a agricultura argentina apresenta uma das mais altas produtividades do mundo, com destaque para o trigo, seu principal produto. Outros bens relevantes são: soja, milho, amendoim, erva-mate, aveia, cevada, sorgo, cana-de-açúcar, girassol, algodão, batata e frutas. A Argentina sempre foi um grande exportador de cereais. A produção anual de trigo é da ordem de 15 milhões de toneladas, a de milho, 19 milhões de toneladas e a de soja, 18 milhões de toneladas.
Pecuária
A pecuária é muito importante para a economia argentina, sendo o país grande produtor e exportador de produtos derivados desse setor. A carne de vaca e a lã produzidas no país situam-se entre as melhores do mundo, cabendo menção às técnicas de refrigeração e processamento de carnes e seus subprodutos. A produção anual de
carne é de aproximadamente 3,5 milhões de toneladas. O rebanho argentino conta com cerca de 50,5 milhões de bovinos e 14 milhões de ovinos. A produção anual de lã é estimada em 56 mil toneladas.
Pesca
A produção anual pesqueira argentina é de aproximadamente 1,2 milhão de toneladas, destacando-se a pesca de merluzas e lulas.
Indústria
As principais indústrias são: alimentícia, química e petroquímica, veículos motorizados, bens de consumo duráveis, têxtil, metalúrgica e aço. Nos anos 90, alguns segmentos industriais, a exemplo de automóveis, cimento, agroquímicos, siderúrgicos, pneus e têxteis, mostraram expansão, em parte como consequência do fortalecimento do comércio com o Mercosul. A tendência predominante no final dos anos 90 foi de queda na produção industrial, mas a partir de 2002 a indústria vem crescendo em forma ininterrupta, com uma média trimestral de 8%.
ENERGIA
A produção anual de energia é estimada em 92.000 GWh (2004). Os recursos energéticos encontram-se afastados dos centros industriais (jazidas de gás em Salta e Neuquén; hidrelétricas em Neuquén e Corrientes); no entanto, isto não representa uma limitação. O Sistema Interconectado Nacional (SIN) é constituído por 58 centrais geradoras, sendo 62 de origem termo-elétricas (gás ou combustível) com uma capacidade instalada de 7.132 MW (46% do total); 30 centrais hidrelétricas com 7.309 MW (47% do total) e 2 centrais nucleares, com 1.005 MW (7% do total). A transmissão é feita por linhas aéreas de 500, 230 e 132 KV. A partir das privatizações dos serviços, a nova estrutura dividiu o setor conforme as funções de geração, transporte, distribuição, grandes usuários e consumidores.
Economia do reino da espanha.!
ECONOMIA DA ESPANHA :Produtos Agrícolas: trigo, beterraba, legumes e verduras, frutas cítricas, uva, azeitona e cevada.Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.Mineração: carvão, gás natural, gipsita.Indústria: automobilística, naval, química, siderúrgica (aço), têxtil e calçados.
Moeda: Euro.
PIB: US$ 1.231.733 (2006).
PIB agropecuária: 3,4% (2003).
PIB indústria: 30,1% (2003).
PIB serviços: 66,5% (2003).
Crescimento do PIB: 3.9% ao ano (est. 2006).
Renda per capita: US$ 27.400 (2006).
Força de trabalho: 17,1 milhões (2001).
Agricultura: trigo, beterraba, legumes e verduras, frutas cítricas, uva, azeitona, cevada.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Pesca: 1,3 milhão de t (1997).
Mineração: carvão, gás natural, gipsita.
Indústria: automobilística, naval, química, siderúrgica (aço), têxtil, calçados.
Exportações: US$ 192,5 bilhões (2006).
Importações: US$ 289,8 bilhões (2006).
Agricultura
Beterraba (1,2 milhões t).
Cevada (7,5 milhões t).
Trigo (4,3 milhões t).
Batata (4 milhões t).
Uvas (3,1 milhões t).
Tomates (3 milhões t) (1994 a 2002).
Pecuária
Ovinos (123 milhões).
Suínos (18 milhões).
Bovinos (5 milhões) (1994 a 2002).
Pesca
1,3 milhão t
Minérios
Carvão (18,6 milhões t).
(14,7 milhões t).
Petróleo (1 milhão de t).
Zinco (206 mil t)h.
Gás natural (48 mil petajoules)
Indústrias
Automobilística.
Construção naval.
Química.
Siderúrgica.
Têxtil.
Calçados.
Alimentícia (azeite e vinho).
Principais parceiros comerciais
Países membros da UE (Alemanha, França, Itália, Grã-Bretanha, principalmente).
Estados Unidos.
Moeda: Euro.
PIB: US$ 1.231.733 (2006).
PIB agropecuária: 3,4% (2003).
PIB indústria: 30,1% (2003).
PIB serviços: 66,5% (2003).
Crescimento do PIB: 3.9% ao ano (est. 2006).
Renda per capita: US$ 27.400 (2006).
Força de trabalho: 17,1 milhões (2001).
Agricultura: trigo, beterraba, legumes e verduras, frutas cítricas, uva, azeitona, cevada.
Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.
Pesca: 1,3 milhão de t (1997).
Mineração: carvão, gás natural, gipsita.
Indústria: automobilística, naval, química, siderúrgica (aço), têxtil, calçados.
Exportações: US$ 192,5 bilhões (2006).
Importações: US$ 289,8 bilhões (2006).
Agricultura
Beterraba (1,2 milhões t).
Cevada (7,5 milhões t).
Trigo (4,3 milhões t).
Batata (4 milhões t).
Uvas (3,1 milhões t).
Tomates (3 milhões t) (1994 a 2002).
Pecuária
Ovinos (123 milhões).
Suínos (18 milhões).
Bovinos (5 milhões) (1994 a 2002).
Pesca
1,3 milhão t
Minérios
Carvão (18,6 milhões t).
(14,7 milhões t).
Petróleo (1 milhão de t).
Zinco (206 mil t)h.
Gás natural (48 mil petajoules)
Indústrias
Automobilística.
Construção naval.
Química.
Siderúrgica.
Têxtil.
Calçados.
Alimentícia (azeite e vinho).
Principais parceiros comerciais
Países membros da UE (Alemanha, França, Itália, Grã-Bretanha, principalmente).
Estados Unidos.
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